Em entrevista para esta coluna o poeta Leonardo Luiz Ludovico Póvoa fala da sua trajetória

  • 16/Mar/2018 14h54
    Atualizado em: 16/Mar/2018 às 15h03).
Em entrevista para esta coluna o poeta Leonardo Luiz Ludovico Póvoa fala da sua trajetória Foto: Divulgação

O poeta, escritor, esportista e administrador Leonardo Luiz Ludovico Póvoa, num bate-papo descontraído com o colunista Rafael Dias, nessa sexta-feira, 16, revela sua alma sertaneja e o amor pelo Tocantins.

Natural de Dianópolis, filho de Dona Maria Júlia Ludovico Póvoa e o Senhor José Cândido Póvoa, traz no sangue a veia poética.

Póvoa é autor do livro premiado no Estado do Tocantins, onde consta uma série de poesias sobre o início da informática até o chip (Poesias Digitais), livro que faz parte das escolas do ensino médio da rede estadual de ensino e da biblioteca do Museu da História do Tocantins.

O poeta comentou sobre sua paixão pela poesia, e fez questão de frisar: “O poeta não se cria, ele nasce poeta, o que ele faz é aprimorar seus conhecimentos na escolha de levar amor à vida e a todos”.

A poesia está presente no dia a dia de todas as pessoas, e essa linguagem é cada vez mais necessária à vivência humana sendo das mais representativas formas de arte.

E o nosso poeta Leonardo Póvoa, retrata muito isso em sua obra Amorística.art.br “uma conexão com a poesia”, trazendo uma poesia contemporânea, advindo do físico ao digital, essa inserção dos meios digitais e computacionais, traz consigo várias inovações e indo de uso aos amantes de uma boa leitura.

No meu ponto de vista, é importante refletirmos um pouco mais sobre a poesia, este tipo de texto poético começou cedo na história da humanidade, percebi nas suas obras, que sua poesia vem, ao longo do tempo, escrita de uma forma simples e muito atual, e criada em um ambiente digital.

Das variadas indagações que fiz ao poeta, perguntei se seus livros estavam disponibilizados nas escolas do Tocantins, ao que me respondeu, que uma coisa seria estar disponibilizado, outra seria os alunos estarem usufruindo destas obras, utilizando-se de suas obras.

Pois bem, Já dizia Drummond, é nesse meio que se insere a escola, como facilitadora do processo que eleva a importância de um ensino voltado para a criatividade como meio formador da sensibilidade.

Ao finalizar a entrevista o poeta nos brinda com essa linda poesia:

VALORIZEMOS

"Aproveite as horas.
Tempo perdido, tesouro esbanjado.
Esclareça-se com proveito.
Ensinamento recusado, convite à ignorância.
Evite excessos.
Saúde negligenciada, doenças por perto.
Aprimore-se à luz do Evangelho, campo sem cultivo, ervas daninhas à vista.
Utilize seus conhecimentos em favor de todos.
Cultura sem aplicação, ferramenta em desuso.
Proteja seus ideais.
Construção descuidada, desabrigo iminente.
Enriqueça o coração com sentimentos nobres..."

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